O antigo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, chegou a Guiné-Bissau como enviado especial da União Africana (UA) para avaliar a situação política no país após o golpe militar de novembro de 2025. A visita tem sido descrita pelas autoridades guineenses como uma “diplomacia discreta”.
Trovoada reuniu-se com o presidente de transição, Horta Intá, sem declarações à imprensa, e também manteve encontros com o candidato presidencial Fernando Dias, que reivindica vitória nas eleições de 23 de novembro de 2025.
O académico são-tomense Liberato Moniz comentou à DW África que, embora a experiência internacional de Trovoada seja valiosa, a nomeação levanta questões devido ao seu envolvimento em contextos políticos conturbados em São Tomé e Príncipe. Moniz apontou que Trovoada poderá enfrentar desafios na missão, mas espera que utilize a sua experiência para contribuir para a estabilidade e paz na Guiné-Bissau.
Segundo Moniz, a escolha de Trovoada poderia não ter sido a mais adequada, tendo em conta semelhanças entre a situação política em São Tomé e Príncipe e em Guiné-Bissau, assim como alegada proximidade com o Presidente Umaro Sissoco Embaló. Ainda assim, sublinha que a União Africana terá avaliado os melhores critérios para a designação do enviado.
A missão de Trovoada é vista como fundamental para facilitar o diálogo entre autoridades e candidatos e apoiar a restauração da ordem política no país.
O antigo primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Patrice Trovoada, chegou a Guiné-Bissau como enviado especial da União Africana (UA) para avaliar a situação política no país após o golpe militar de novembro de 2025. A visita tem sido descrita pelas autoridades guineenses como uma “diplomacia discreta”.
Trovoada reuniu-se com o presidente de transição, Horta Intá, sem declarações à imprensa, e também manteve encontros com o candidato presidencial Fernando Dias, que reivindica vitória nas eleições de 23 de novembro de 2025.
O académico são-tomense Liberato Moniz comentou à DW África que, embora a experiência internacional de Trovoada seja valiosa, a nomeação levanta questões devido ao seu envolvimento em contextos políticos conturbados em São Tomé e Príncipe. Moniz apontou que Trovoada poderá enfrentar desafios na missão, mas espera que utilize a sua experiência para contribuir para a estabilidade e paz na Guiné-Bissau.
Segundo Moniz, a escolha de Trovoada poderia não ter sido a mais adequada, tendo em conta semelhanças entre a situação política em São Tomé e Príncipe e em Guiné-Bissau, assim como alegada proximidade com o Presidente Umaro Sissoco Embaló. Ainda assim, sublinha que a União Africana terá avaliado os melhores critérios para a designação do enviado.
A missão de Trovoada é vista como fundamental para facilitar o diálogo entre autoridades e candidatos e apoiar a restauração da ordem política no país.
Por: Jaime Alberto
