A primeira-ministra, Benvinda Levi, diz que a nova conjuntura internacional imposta pelos Estados Unidos da América obriga os países a consolidarem o comércio bilateral. Levi falava nesta quinta-feira, em Maputo, durante a visita da vice-presidente da Colômbia, Francia Mina. A primeira-ministra, Benvinda Levi, recebeu, nesta quinta-feira, no seu gabinete de trabalho, a vice-presidente da Colômbia e sua delegação numa visita de dois dias a Moçambique, onde as partes manifestaram interesse de cooperar em diversas áreas. Na ocasião, Levi destacou que a actual conjuntura no comércio internacional imposta pelos Estados Unidos da América obriga os países a consolidarem relações comerciais ao nível bilateral. “A recente decisão dos Estados Unidos obriga os países a pensarem como maximizar o comércio bilateral e aproveitar as vantagens comparativas que os países têm em particular”, sublinhou. Foi neste contexto que a primeira-ministra disse que, para consolidar estas relações, empresários colombianos que acompanham a vice-presidente estiveram na FACIM para identificar as áreas de investimento igualmente. “No domínio de investimentos, gostaríamos de referir que a delegação de Sua Excelência a vice-presidente da Colômbia se faz acompanhar de empresários que aproveitam a oportunidade para estar na FACIM, ver as potencialidades que o país oferece e, a partir daí, ver em que medida nós podemos cooperar e dinamizar as nossas relações comerciais”, destacou a primeira-ministra. Paralelamente, a responsável disse que as partes vão continuar a trabalhar em fóruns multilaterais de que ambos são parte, como as Nações Unidas, o Movimento dos Não Alinhados e os grupos dos 77 mais China, para além de outras organizações multilaterais, como o caso da Organização Mundial do Comércio.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, recebeu nesta sexta-feira a chave da Cidade de  Maputo, num acto simbólico que marcou o início da visita de trabalho  de dois dias à capital do país. Na cerimónia, realizada na sede do  Conselho Municipal, o Chapo destacou o significado do  gesto como expressão de reconhecimento, unidade nacional e  reforço da auto-estima dos moçambicanos.

Na sua intervenção, o Presidente da República começou por  agradecer a distinção, sublinhando que recebia com sincero apreço  a honra de lhe ser entregue a chave da Cidade de Maputo pelas  autoridades municipais.

Por conseguinte, explicou que o momento é revestido de grande  importância, por se tratar da primeira vez que visita oficialmente a  capital desde a sua tomada de posse.

O Chefe do Estado sublinhou que o gesto tem um peso particular  para os cidadãos da capital, reforçando a identidade e a coesão  nacional. “Queremos endereçar uma palavra de apreço às  autoridades municipais, por este gesto que reforça a nossa auto estima como moçambicanos, em particular citadinos de Maputo, e o  sentimento de pertença a uma Nação una e indivisível”, disse.

Daniel Chapo destacou ainda o papel de Maputo como cartão-de-visita de Moçambique e símbolo da unidade nacional. “A posição  de capital política e administrativa do nosso país confere à Cidade de  Maputo um estatuto especial e serve de cartão-de-visita que nos  orgulha a todos nós como moçambicanos”, acrescentou.

Fonte O País

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