O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve, na província de Nampula, um homem de 32 anos suspeito de se fazer passar por advogado para cobrar dinheiro a cidadãos em troca de suposta assistência jurídica em processos criminais.
A detenção ocorreu no dia 8 de março, após denúncias apresentadas pela Ordem dos Advogados de Moçambique e por algumas vítimas que afirmaram ter sido enganadas.
Segundo a porta-voz do SERNIC em Nampula, Enina Tsinine, o suspeito é acusado de exercício ilegal da profissão e burla. De acordo com as investigações, o indivíduo cobrava valores que variavam entre 120 mil e 200 mil meticais, prometendo representar os clientes em tribunal.
Além da alegada prestação de serviços jurídicos, o suspeito também prometia oportunidades de emprego em diferentes empresas, estratégia usada para convencer as vítimas a efectuar os pagamentos.
As autoridades indicam que o falso advogado chegou a intervir directamente em pelo menos dois processos, situação que continua a ser analisada pelas autoridades.
O SERNIC prossegue com as investigações para identificar outras possíveis vítimas e apurar o montante total obtido de forma ilícita.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve, na província de Nampula, um homem de 32 anos suspeito de se fazer passar por advogado para cobrar dinheiro a cidadãos em troca de suposta assistência jurídica em processos criminais.
A detenção ocorreu no dia 8 de março, após denúncias apresentadas pela Ordem dos Advogados de Moçambique e por algumas vítimas que afirmaram ter sido enganadas.
Segundo a porta-voz do SERNIC em Nampula, Enina Tsinine, o suspeito é acusado de exercício ilegal da profissão e burla. De acordo com as investigações, o indivíduo cobrava valores que variavam entre 120 mil e 200 mil meticais, prometendo representar os clientes em tribunal.
Além da alegada prestação de serviços jurídicos, o suspeito também prometia oportunidades de emprego em diferentes empresas, estratégia usada para convencer as vítimas a efectuar os pagamentos.
As autoridades indicam que o falso advogado chegou a intervir directamente em pelo menos dois processos, situação que continua a ser analisada pelas autoridades.
O SERNIC prossegue com as investigações para identificar outras possíveis vítimas e apurar o montante total obtido de forma ilícita. (Fm)
Por: IZILDA CHILUNDO
