Ancião morre após manter relações sexuais durante sete dias consecutivos no Amazonas

 Um empresário rural de 78 anos morreu após manter relações sexuais de forma contínua durante sete dias consecutivos, supostamente com recurso a estimulantes sexuais. O caso ocorreu no estado do Amazonas, no Brasil, e está a ser investigado pelas autoridades policiais.

A esposa da vítima, uma jovem de 24 anos, foi detida e colocada sob custódia policial, sendo suspeita de envolvimento na morte do idoso. De acordo com a polícia, o óbito terá resultado de exaustão física extrema, provocada pela sucessão de actos sexuais associados ao uso de substâncias estimulantes, o que acabou por sobrecarregar o organismo da vítima.

A investigação ganhou contornos criminais depois de a neta do falecido ter acedido a mensagens armazenadas no telemóvel da suspeita. Nas conversas, a mulher admitia que o casamento teria sido planeado com o objectivo de herdar o património do fazendeiro, chegando a ridicularizar a idade do companheiro e a afirmar que o seu interesse era exclusivamente financeiro.

Apesar de a acusada alegar que não teve intenção de matar e defender que os actos foram consensuais, o delegado responsável pelo caso afirma haver indícios de violação do Artigo 215 do Código Penal, que trata da obtenção de conjunção carnal ou acto libidinoso mediante fraude ou por meios que impeçam a livre manifestação da vontade da vítima.

Segundo a autoridade policial, o matrimónio terá sido sustentado por uma falsa demonstração de afecto, com o intuito de manipular emocionalmente o idoso para fins patrimoniais, o que pode configurar fraude sentimental e financeira.

A defesa da jovem sustenta que a acusada desconhecia que a omissão de sentimentos reais pudesse configurar crime. Enquanto o processo segue em instrução, a suspeita permanece à disposição da justiça.

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